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Procuradores do Brasil acusaram formalmente o ex-chefe do comitê olímpico do país com corrupção nos jogos do Rio.
Um pagamento de US $ 2 milhões (£ 1,52m) foi supostamente feito para garantir votos para a oferta do Rio.
Carlos Nuzman nega executar uma organização criminosa, lavagem de dinheiro e violar leis cambiais.
Lamine Diack, ex-chefe senegalês do corpo global de atletismo, e seu filho Papa Massata também foram acusados, e ambos negam o mal.
O Sr. Nuzman foi preso em 5 de outubro. O Supremo Tribunal já ordenou a sua libertação, mas ele terá que entregar seu passaporte e não poderá deixar o Rio de Janeiro até a conclusão de seu julgamento.
De acordo com a acusação, o Sr. Nuzman e o ex-governador do estado do Rio, Sergio Cabral, “solicitou diretamente” o pagamento de US $ 2 milhões do empresário brasileiro Arthur Soares.
Na época, Lamine Diack era um membro influente do Comitê Olímpico Internacional (COI).
O Sr. Soares alegadamente pagou o dinheiro a Papa Massata apenas três dias antes do COI votar em qual país acolheria os Jogos de Verão de 2016.
Rio, em seguida, bateu Chicago, Madri e Tóquio para se tornar a primeira cidade sul-americana a sediar as Olimpíadas.
Soares e Cabral foram acusados, juntamente com o ex-chefe do comitê olímpico brasileiro, Leonardo Gryner. Todos negam as alegações feitas contra eles.
Ficar no Senegal
Ambos os membros da família Diack já são objeto de uma investigação francesa sobre o mesmo processo de licitação.
Lamine Diack está sendo realizada na França à medida que a investigação continua, enquanto seu filho permanece em seu país natal, o Senegal, que se recusa a extraditá-lo.
Cabral já está preso por outro caso. O ex-governador do Rio foi condenado em junho a 14 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.
Um mandado de prisão foi emitido para o Sr. Soares, mas ele permanece em liberdade.
O COI suspendeu o Sr. Nuzman e o braço brasileiro do COI no início deste mês.
Nuzman renunciou ao Comitê Olímpico Brasileiro na semana passada dizendo que precisava se dedicar a sua defesa legal.

O presidente do Brasil, Temer, escapa às acusações de corrupção no comitê do Congresso
19 de outubro de 2017
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O presidente brasileiro Michel Temer. Foto: 17 de outubro de 2017Image copyrightEPA
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O presidente Michel Temer nega qualquer erro
Um comitê do Congresso no Brasil votou para rejeitar acusações de corrupção contra o presidente Michel Temer.
O voto de 39 a 26 pelo comitê da justiça vem à frente da câmara inferior chega-se ao processo. Espera-se que os deputados sigam a liderança do comitê.
Temer é acusado de obstrução da justiça e faz parte de uma organização criminosa.
O presidente nega qualquer irregularidade, e seus advogados argumentaram que o caso é falho.
As acusações decorrem de um caso de corrupção envolvendo a maior empresa de embalagem de carne do mundo, a JBS. Ele sobreviveu a uma votação similar do Congresso em agosto em cargos de suborno. Novidades em goiás
Temer só pode enfrentar o julgamento com a aprovação de dois terços da câmara baixa do Congresso.
Um guia rápido para os escândalos do Brasil
Quem é o homem que agora lidera o Brasil?
Atualmente, ele está enfrentando as piores classificações de aprovação na história brasileira, mas os legisladores parecem preparados para protegê-lo novamente, segundo a BBC Julia Carneiro no Rio de Janeiro.
Temer tornou-se presidente no ano passado, após o impeachment de sua antecessora, Dilma Rousseff.
Ela foi considerada culpada de adulterar as contas do governo, a fim de ocultar um déficit crescente antes da sua reeleição em 2014.

Ministro do Brasil: o desmatamento da Amazônia ‘cai 16%’
18 de outubro de 2017
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Visão aérea do desmatamento na região da Amazônia Ocidental em 15 de setembro de 2017.Image copyrightAFP
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O desmatamento no Brasil ficou em seu nível mais baixo em 2012
O desmatamento da Amazônia caiu 16% no ano até julho de 2017 em relação aos 12 meses anteriores, diz o governo brasileiro.
Os dados do satélite sugerem que 6,624 quilômetros quadrados (2.460 quilômetros quadrados) de floresta foram destruídos, abaixo de 7.893 km sq em 2015/16, disse o ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho.
Mas a figura ainda está acima do alvo da mudança climática do Brasil.
Sarney Filho citou controles mais rígidos e mais agentes no chão.
“Quando os madeireiros ilegais sabem que [oficiais do] estado brasileiro estão no local, eles diminuem suas atividades”, disse ele.
O tamanho da área desmatada de agosto de 2016 a julho de 2017 foi quatro vezes maior que a maior cidade do Brasil, São Paulo.
Choque da cultura amazônica
Perda de terras indígenas ameaça o clima
Líderes indígenas lutam pela sobrevivência
Tomado estado por estado, a imagem foi mesclada.
Embora o desmatamento tenha diminuído em 55% no estado de Tocantins e em 43% em Roraima, ele cresceu 86% na Amapa, de acordo com os dados do satélite coletados pelo Programa de Estimação do Desmatamento no Ama Brasileiro Notícias em jaboticatubas

Amapa é o estado em que a Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca) está localizada. Houve um protesto em agosto, quando o presidente Michel Temer assinou um decreto que abrange partes da reserva para mineração. Um tribunal bloqueou a movimento e o governo revogou-o em setembro.Mr Sarney Filho disse que, embora a queda fosse uma novidade bem-vinda, era necessária uma mudança de atitude para uma mudança mais duradoura. Ministro brasileiro do Meio Ambiente José Sarney FilhoImage copyright IMAGENS DE PRODUÇÃOImissão do ministro O ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, disse que era necessária uma mudança de atitude “Assistência de vigilância e controle, mas não é uma solução”, disse ele. “Nós acabaremos com o desmatamento quando valorarmos a floresta em pé”. Alguns ambientalistas lançaram dúvidas sobre se a queda é causada pela polícia do governo. O presidente Barreto, pesquisador sênior do instituto amazônico sem fins lucrativos Imazon, disse à agência de notícias Reuters que a economia do Brasil A recessão e a queda nos preços da pecuária foram provavelmente as principais causas do declínio. Os esgotoes de desmatamento para o gado são os principais contribuintes para o desmatamento.



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